Chá de maracujá

(para acalmar a mente e dormir melhor)

cascas de 2 maracujás (ácidos)
1/2 casca de 1 mexerica
100 g de casca de melancia (parte verde e branca)
1,5 litro de água

Pique as cascas e coloque para ferver por 10 minutos. Coe. Tome pelo menos um litro por dia.


Os efeitos da melancia segundo a Medicina Tradicional Chinesa:


A melancia pode reduzir o calor no pericárdio para desviar-se para o intestino delgado, e então para a bexiga onde o calor é excretado. Ela é eficaz na remoção do calor interno não apenas na bexiga, mas também no estômago e intestinos. É realmente um excelente remédio para doenças por calor e sede.

A melancia foi importada da África para a China há mais de mil anos, mas algumas pessoas acreditam que ela veio da região oeste da China, por isso ela é chamada de “melão do oeste” em Chinês.

A casca da melancia é chamada de “vestido verde” em Chinês porque cobre a melancia como um vestido verde, tem um gosto doce com uma energia fria. Promove a urinação, reduz o calor nos pulmões, lubrifica os intestinos e sacia a sede.
http://www.chinaonline.com.br/antigo/medicina/alimentos/melancia.asp

Linhaça, gergelim e soja

Esta mistura de grãos faz parte de uma dieta desenvolvida por nutricionistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Rica em isoflavonas, ajuda no controle das ondas de calor, reduzindo os sintomas de desconforto da menopausa, e além disso é muito saborosa. É ótima para o intestino funcionar mais adequadamente.

Misture em partes iguais (por exemplo, 100 g) linhaça, gergelim e grão de soja.

Torre por cerca de cinco minutos no forno (a soja pode colocar uns minutinhos antes), triture tudo num processador e guarde num vidro bem fechado.

Coma duas colheres de chá três vezes ao dia, durante as refeições.

Dica: colocando um pouquinho de sal, este granulado fica perigosamente gostoso!

http://inforgospel.wordpress.com/2009/07/03/dieta-reduz-sintomas-da-menopausa/

Chá do Dr. Ye (para prevenção de gripe suína H1N1)

Para 4 pessoas:
80 fatias finas de gengibre
1 casca inteira de mexerica
2 maços de coentro com raiz
2 maços de cebolinha com cabeça
10 g de anis-estrelado
2 litros de água

Ferver por 10 minutos. Adoçar com mel (diabéticos tomar sem adoçar ou com adoçante). Se quiser, colocar em garrafa térmica e ir tomando durante o dia.

Para 3 pessoas:
2 litros de água
60 fatias de gengibre e 8 g de anis-estrelado
2 maços de coentro com raiz 2 maços de cebolinha com cabeça

Para 2 pessoas:
1 litro de água
40 fatias de gengibre e 6 g de anis-estrelado
2 maços de coentro com raiz 2 maços de cebolinha com cabeça

Para 1 pessoa:
1/2 litro de água
20 fatias de gengibre e 4 g de anis-estrelado
2 maços de coentro com raiz 2 maços de cebolinha com cabeça

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Anis-estrelado (Illicium verum)

Família: Magnoliáceas
Nomes populares: anis verdadeiro, anis da sibéria, anis, funcho da china, badiana de cheiro, anise star, anis da sibéria.

Planta antisséptica, aromática, calmante, digestiva e expectorante.
Indicada popularmente nas bronquites, resfriados, tosse, nos problemas de garganta e do aparelho respiratório em geral.

Seu sabor é semelhanter ao do anis comum (Pimpinella anisum), mas não deve ser confundido com esta planta. O anis-estrelado é muito usado na medicina tradicional chinesa e é chamado "Ba Jiao Hui Chian".

Atualmente esta planta tem despertado o interesse nos meios científicos e econômico em razão de suas propriedades medicinais, e por ser usada inclusive como matéria-prima na fabricação de um famoso medicamento antiviral - o oseltamivir, cujo nome comercial é Tamiflu - uma droga patenteada pelo laboratório Roche, desenvolvida a partir do anis-estrelado (Illicium verum). O medicamento ganhou destaque nos meios de comunicação por ter sido considerado pela OMS - Organização Mundial de Saúde - como eficaz contra o vírus da gripe asiática e da gripe suína.

Chá de gengibre (receita do Dr. Ye)

20 fatias finas de gengibre
meia casca de mexirica
1/2 litro de água

Ferva de 5 a 10 minutos (por ser raiz não pode ser chá de infusão).

Tome três vezes ao dia. Pode ser adoçado, preferencialmente com mel.


Os poderes do gengibre

Trata problemas digestivos, circulatórios e dores articulares. É saboroso. Com folhas em forma de lança e raízes com aspecto característico e inconfundível, o gengibre é uma planta ancestral que, devido às suas propriedades, se diz ser oriundo do Jardim do Éden.

Zingiber deriva de uma palavra de origem Sânscrita que significa “forma de chifre”, em referência às protusões na raiz da planta.

Nativo da Ásia, cresce ao longo dos trópicos, em especial entre a Índia e a China, sendo a sua propagação feita através da divisão da raiz. Desenvolve-se bem em solos férteis e necessita de muita chuva, chegando a atingir 1,2 metros. O seu rizoma é retirado ao fim de 10 meses. Depois de lavado é posto de molho, sendo por vezes fervido e pelado.

Utilizado como especiaria devido ao seu aroma e sabor muito característicos, a raiz de gengibre é também usada medicinalmente com diversos fins. Rica em óleo essencial (2 a 3%) como o zingibereno, geraniol e linalol, possui ainda substâncias que lhe dão um sabor acre e picante: os gingeróis e soagóis (presentes na fracção resinosa), amido (60%), lecitinas, proteínas e sais minerais.

Devido à natureza dos seus constituintes, o gengibre tem uma acção estimulante da secreção salivar e gástrica, aumentando o tónus da musculatura intestinal e o peristaltismo, sendo estas acções atribuídas às substâncias picantes.

Além desta acção, o gengibre é também um excelente antiemético natural no combate aos enjoos das viagens.

Tem ainda um efeito positivo em situações de problemas respiratórios (gripes e constipações), como excelente antiséptico e anti-inflamatório.

Devido às suas características pungentes (picantes), o gengibre é também um estimulante circulatório, podendo ajudar em casos de frieiras e má circulação nas mãos e nos pés.


Informações sobre os poderes do gengibre: do site http://performance.clix.pt

Vídeo ensina a lavar as mãos corretamente

O material, divulgado pelo Ministério da Saúde, faz parte das recomendações para evitar a transmissão da gripe suína.